Nilo Procópio Peçanha – 7º Presidente da República do Brasil


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Foi iniciado, a 11 de outubro de 1901, através da Loja “Ganganelli do Rio”. Foi Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, de 23 de julho de 1917 a 24 de setembro de 1919, quando renunciou ao cargo, em vista da situação política do país, que exigia a sua atenção.
Advogado, nascido na cidade de Campos, estado do Rio de Janeiro, em 2 de outubro de 1867. Formou-se bacharel pela Faculdade de Direito de Recife (1887). Fundador e presidente do Clube Republicano de Campos e do Partido Republicano Fluminense – PRF, em Campos-RJ (1888). Foi deputado à Assembleia Nacional Constituinte (1890-1891), deputado federal pelo Partido Republicano Fluminense (1891-1903) e senador (1903). Renunciou ao mandato de senador para assumir a presidência do estado do Rio de Janeiro (1903-1906). Foi um dos signatários do Convênio de Taubaté-SP, enquanto presidente do Rio de Janeiro, assim como os presidentes de São Paulo e Minas Gerais (1906). Foi eleito vice-presidente da República em 1906 e, com o falecimento de Afonso Pena, assumiu a presidência em 14 de junho de 1909. Em 1912, foi eleito senador pelo Rio de Janeiro, estado do qual tornou-se mais uma vez presidente entre 1914 e 1917. Foi ministro da Relações Exteriores (1917) no governo de Delfim Moreira e em 1921 concorreu à presidência da República na legenda da Reação Republicana, sendo vencido nas urnas por Artur Bernardes. Senador pelo Rio de Janeiro (1918-1920). Faleceu no Rio de Janeiro, em 31 de março de 1924.

FONTE: Biblioteca da Presidência da República; José Castellani